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terça-feira, 4 de novembro de 2014

As 10 maiores descobertas da Medicina

O tempo foi passando e aconteceram muitas descobertas importantes para todos nós, talvez  sem elas muitos de nós não existiríamos, por isso achei muito importante postar pelo menos 10 descobertas do mundo da medicina.


Sangue, suor e... talentoLista de proezas começa no século 16 e vai até a descoberta do DNA, em 1953
ANATOMIA MODERNA
DATA - 1543
QUEM - Andreas Vesalius (1514-1564)
COMO - Antes do belga Vesalius, médicos não dissecavam cadáveres. Disputando ossos humanos com cães em cemitérios, ele abria cadáveres à faca e se empapava de sangue em nome da ciência. Arriscava a vida ao mexer em órgãos infectados e podres. O resultado dessas aventuras está em De Humani Corporis Fabrica, Libri Septem, um livro de anatomia com desenhos hiper-realistas considerado uma das obras-primas da medicina.
CONSEQÜÊNCIA - Avanços no estudo de doenças e tratamentos
BACTÉRIAS
DATA - 1675
QUEM - Antony van Leeuwenhoek (1632-1723)
COMO - Ele não era professor nem médico, apenas um comerciante letrado com um "hobby" curioso: fabricar e usar microscópios. O holandês Leeuwenhoek saiu do anonimato quando descobriu, com suas poderosas lentes, criaturas minúsculas agitando-se em uma pequena amostra da água de chuva que havia se acumulado em uma tina. Por acaso, ele acabara de descobrir as bactérias. Daí em diante, passou a examinar ao microscópio tudo o que via, de cocô de pombo ao próprio esperma.
CONSEQÜÊNCIA - Descoberta de uma das maiores causas de doenças e mortes
CIRCULAÇÃO DO SANGUE
DATA - 1628
QUEM - William Harvey (1578-1647)
COMO - Para mostrar o caminho do sangue aos incrédulos, Harvey abria um porco vivo durante suas palestras. Esse médico britânico dedicou a vida a estudar o funcionamento e a anatomia do coração, veias e artérias. O resultado está em Exercitatio Anatomica de Motu Cordis et Sanguinis in Animalibus, obra fundamental sobre a circulação sanguínea, que pôs por terra conceitos errados que sobreviviam havia 14 séculos.
CONSEQÜÊNCIA - Avanços no estudo de doenças e técnicas cirúrgicas
VACINA
DATA - 1796
QUEM - Edward Jenner (1749-1823)
COMO - Durante muito tempo se lutou contra a varíola. A doença matava até 40% dos doentes e, entre aqueles que sobreviviam, muitos ficavam cegos e desfigurados. O mal também atacava o gado, cavalos e porcos. O britânico Jenner descobriu que, se uma pessoa fosse contaminada pela ferida da varíola bovina, uma forma muito mais branda da doença, ficaria livre de pegar a varíola humana. Estava descoberto o princípio da vacina.
CONSEQÜÊNCIA - Prevenção contra varíola e outras doenças graves
ANESTESIA
DATA - 1842
QUEM - Crawford Long (1815-1878)
COMO - Até o século 19, os pacientes costumavam desmaiar de dor e desespero durante as operações. Foi quando se descobriu o poder anestésico do éter. O primeiro a testar a teoria na mesa de cirurgia foi o americano Long, que convenceu um paciente a cheirar uma toalha embebida em éter até ficar inconsciente. Quando acordou, o sujeito estava sem um cisto no pescoço, sem memória das últimas horas e, melhor, não precisou sentir as dores atrozes da cirurgia.
CONSEQÜÊNCIA - Cirurgias indolores e mais bem-sucedidas
RAIOS X
DATA - 1895
QUEM - Wilhelm Röntgen (1845-1923)
COMO - O alemão Röntgen investigava uma estranha luz amarelo-esverdeada emitida por um aparelho em seu laboratório. Fez vários testes e, desconfiado, chamou a esposa, Bertha, para comprovar seu palpite. Pediu a ela que colocasse a mão esquerda sobre uma chapa fotográfica e ligou o tal aparelho por seis minutos. Quando revelou a chapa, encontrou o desenho dos ossos dos dedos de Bertha e a silhueta de sua aliança. Eram os raios X.
CONSEQÜÊNCIA - Método para diagnósticos mais rápidos e precisos
CULTURA DE TECIDOS
DATA - 1906
QUEM - Ross Harrison (1870-1959)
COMO - O zoologista americano Harrison descobriu como cultivar células vivas em laboratório, independentemente das plantas ou animais de onde vieram. A descoberta permitiu estudar moléculas e células de organismos vivos, desenvolver vacinas contra poliomielite, sarampo, caxumba e raiva, auxiliar na busca de indícios que ajudem a descobrir a causa do câncer e da aids.
CONSEQÜÊNCIA - Revolução no estudo das doenças
COLESTEROL
DATA - 1912
QUEM - Nikolai Anichkov (1885-1964)
COMO - O russo Anichkov alimentou coelhos com gemas de ovos e descobriu que o animal que mais mata seres humanos no mundo é... a galinha. Durante a autópsia, Anichkov notou a presença de placas nas artérias dos coelhinhos, iguais às encontradas nas aortas de corações humanos. Com essa observação, apontou para a medicina o perigo do consumo de colesterol e as doenças provocadas por esse tipo de gordura, como a arteriosclerose.
CONSEQÜÊNCIA - Novos rumos para o estudo das doenças cardíacas
ANTIBIÓTICOS
DATA - 1929
QUEM - Alexander Fleming (1881-1955)
COMO - O médico e bacteriologista escocês Fleming descobriu, em 1929, a fórmula da penicilina, o primeiro antibiótico do mundo. Mas foram necessários mais de 12 anos para que se chegasse à etapa de ministrar a nova fórmula em humanos, o que ocorreu somente durante a Segunda Guerra Mundial. Base dos antibióticos, a penicilina revolucionou a medicina e deu impulso decisivo à moderna indústria farmacêutica.
CONSEQÜÊNCIA - A melhor arma contra bactérias
DNA
DATA - 1953
QUEM - Maurice Wilkins (1916-2004)
COMO - A maior parte dos méritos pela descoberta do DNA coube a James Watson e Francis Crick. A dupla de cientistas publicou, em 1953, um artigo em que desvendavam o mistério da estrutura de espiral dupla que caracteriza a "chave da vida". No entanto, a façanha não seria possível sem os estudos do físico neozelandês Wilkins, o primeiro a isolar uma molécula de DNA e fotografá-la com raios X, revelando a forma helicoidal.
CONSEQÜÊNCIA - Revolução na biologia molecular

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-foram-as-dez-maiores-descobertas-da-medicina
Acessado em: 04/11/14

Últimas notícias sobre medicina do Brasil

Ministério da Saúde reafirma segurança jurídica do Mais Médicos



O Ministério da Saúde emitiu um comunicado nesta terça-feira, 4, sobre o pedido feito pelo Ministério Público Federal em Brasília à Justiça para que o governo da presidente Dilma Rousseff passe a pagar diretamente os profissionais cubanos que atuam no programa Mais Médicos.

Em dois pareceres encaminhados à Justiça Federal do Distrito Federal, o Ministério Público Federal contestou os termos do acordo entre a União e a OPAS para viabilizar a vinda desses profissionais ao País. Os questionamentos judiciais foram apresentados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e um advogado, que moveram ações para tentar decretar a nulidade do convênio.

A procuradora Luciana Loureiro Oliveira, autora dos pareceres, afirmou que o acordo com a OPAS não permite saber como foram empregados os recursos repassados pelo governo federal à entidade. Isto é, "não se pode saber, precisamente, quanto efetivamente cada médico vem recebendo pela sua participação no projeto Mais Médicos".

Na nota, o Ministério da Saúde informou que todas as decisões relativas às duas ações que tramitam na Justiça Federal contra o Programa Mais Médicos foram favoráveis ao governo federal, representado em juízo pela Advocacia-Geral da União (AGU).

"No caso da ação civil pública movida pelo Conselho Federal de Medicina, o juiz federal indeferiu pedido de liminar em dezembro de 2013, e o processo continua a tramitar normalmente, ainda sem julgamento de mérito. Já a ação popular movida por um cidadão obteve decisão final de extinção do processo sem julgamento do mérito, uma vez que o juiz federal considerou o pedido juridicamente impossível e inepto", informa o comunicado.

O Ministério da Saúde reforçou ainda ter convicção da segurança jurídica do Mais Médicos, cuja lei foi aprovada pelo Congresso Nacional. A pasta garante que o acordo feito com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) é regular e que todas as regras estabelecidas para cooperação são cumpridas.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/ministerio-da-saude-reafirma-seguranca-juridica-do-mais-medicos-04112014
Acessado em: 04/11/14

Curiosidades sobre a Medicina medieval

Acredite em mim. Você não ia gostar de ficar doente na era medieval. Por que? Se você ficasse doente podia procurar orientação com um curandeiro, um benzedeiro, um astrólogo, um místico, uma bruxa ou com o aldeão mais velho e experiente da aldeia ou com estivesse disponível. A figura de um médico, como nós conhecemos atualmente, não existia. E conforme a influência do cristianismo ia crescendo, a doença passou a ser encarada como uma punição divina para um pecado seu cometido ou por seus pais. Desta forma a oração e penitência era a forma natural ditas pelos padres e bispos para curarem suas enfermidades. O uso de encantamentos, simpatias e poções mágicas (em geral chás de ervas e unguentos) foram classificados como paganismo e uma afronta às leis de Deus. Abaixo separei cinco curiosidades interessantes sobre a medicina medieval:

1) Quem fazia cirurgias na era medieval era o barbeiro-cirurgião. Isso mesmo que você está lendo. Na idade média, o mesmo sujeito que fazia barba e cabelo era o responsável por amputar membros em necrose por infecção, tirar flechas do corpo dos cavaleiros e arrancar dentes apodrecidos. Algumas barbearias tradicionais inglesas com mais de quatrocentos anos de existência exibem um mastro com listras brancas e vermelhas. O vermelho simboliza o sangue do paciente e o branco, as ataduras.

2) Os antigos textos gregos sobre medicina ficavam confinados dentro dos monastérios medievais. A razão era restringir o conhecimento: os monges cristãos não queriam que esses textos pagãos desviassem os católicos do caminho da cura espiritual das doenças. E, por ironia, foi nesses monastérios nos anos 500 que se formaram as primeiras escolas de medicina somente para monges. As universidade européias só surgiriam 500 anos mais tarde e os monges passaram a ser proibidos de exercer a medicina.

3) Os médicos medievais não tinham quase nenhum conhecimento sobre a anatomia humana. A Igreja considerava o corpo humano como sagrado e divino e uma dissecação era considerada uma heresia grave por violar as leis de Deus. Desta maneira, a anatomia até então conhecida (e muitas vezes errada) vinha dos  estudos do grego Galeno, que viveu trezentos anos do início da era medieval e que eram baseados na anatomia de porcos (!!!). Já a astrologia era amplamente utilizada pelos médicos medievais de conhecimento mais elevado. Um mapa astrológico do paciente poderia dizer quais patologias ele poderia desenvolver ao longo da vida, como ilustrado neste tópico. Libra estava ligada aos rins, Peixes aos pés e Escorpião às genitálias, e assim por diante.

4)  Quando você fica doente, vai onde? Ao hospital (de preferência). Bem, na era medieval os hospitais funcionavam mais como um depósito de doentes (qualquer semelhança com os hospitais públicos de hoje é só uma mera coincidência), onde monges e freiras providenciavam abrigo, alimentação e conforto espiritual. Raramente um doente recebia tratamento. Eu tentei imaginar essa cena nos dias de hoje, uma vez que em (muitos) hospitais públicos só rezando mesmo para você receber tratamento.

5) Já fez exame de urina? É lógico que sim. Essa prática é tão antiga quanto andar para frente. Na era medieval, o exame da urina era mais importante que examinar o próprio paciente. Tanto que o símbolo da medicina da idade média é um frasco com urina. Nessa era foram escritos vários tratados médicos, demonstrando como a cor, a densidade, os sedimentos, o odor e o sabor da urina poderiam indicar a enfermidade do paciente. E não me perguntem como os médicos sabiam o sabor da urina... (eu realmente não quero imaginar isso).

Espero que tenham gostado de mais um artigo desta seção de Fatos e Lendas Medievais. Ainda está semana vamos conhecer o tratamento para algumas doenças da época (que existem até hoje) e você vai descobrir porque se considera sortudo por ter nascido nesse século (ou no século passado). Abraços a todos e até a próxima. 


Fonte: http://williambrenauder.blogspot.com.br/
Acessado em: 04/11/14

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

10 fatos sobre o curso e a carreira de Medicina

1. O curso tem seis anos de duração e é puxado
As aulas são em período integral e algumas disciplinas e atividades são dadas aos sábados. Quase toda a grade é composta por matérias obrigatórias.
2. O estudante passa por três etapas na faculdade
Nos dois primeiros anos há matérias básicas que formam o raciocínio clínico do aluno: aulas de anatomia, fisiologia, farmacologia, patologia, entre outras. No 3º e 4º ano os alunos entram em contato com pacientes e trabalham com exames e diagnósticos, aplicando o que aprenderam nos dois primeiros anos. Os dois últimos anos são para a prática clínica, onde os estudantes passam por treinamento em hospitais.
3. Depois da faculdade, é preciso passar por residência e especialização
Quem quer ser médico precisa passar por, no mínimo, mais quatro anos de formação após a faculdade. São dois anos de residência em hospitais, para adquirir a experiência necessária na área, e outros dois anos estudando a especialização escolhida (cardiologia, por exemplo). Há provas para selecionar quem fará a residência e também para a especialização.
4. Faltam vagas de residência no país
16 mil estudantes se formam todos os anos, mas há entre 10 e 11 mil vagas de residência. Esse é atualmente um problema grave no Brasil: muitas escolas de Medicina são criadas, mas não há estrutura própria para treinar e formar esses estudantes, como hospitais próximos que ofereçam internato e residência com qualidade e em número suficiente.
5. Quem se forma também pode optar pelo mestrado e doutorado
A especialização é latu senso, ou seja, prática. A pós-graduação strictu senso é mestrado e doutorado, que servem para quem deseja seguir a área acadêmica e se tornar um pesquisador ou docente. Contudo, o mercado está exigindo também pós-graduações strictu senso de candidatos que tentam vagas em grandes hospitais, é visto como um diferencial importante.
6. A carga de trabalho é grande
Em hospitais há plantões, que podem durar de 12h a 24h, dependendo do desejo do médico e da área onde se trabalha. Em ambulatórios o período de trabalho pode ser de 4h. Há também plantões de fim de semana.
7. As vagas estão mal distribuídas pelo país
Enquanto em São Paulo e em grandes centros há muitos médicos, tornando o mercado muito concorrido, no interior do país e em cidades pequenas faltam médicos para atender a população. Também faltam médicos de clínica geral, pois a maioria opta pela especialização.
8. É preciso ter disciplina de estudo, foco e determinação
Quem opta por Medicina precisa estar disposto a estudar, no mínimo, por uma década. O estudo também é contínuo e por toda a vida: o médico nunca pode parar de se atualizar.
9. Quem não gosta de ver sangue ou cadáveres pode ter problemas na faculdade
Durante a graduação os estudantes veem sangue e cadáveres, não há como fugir disso. Será preciso ver um corpo na aula de anatomia ou tirar sangue de um paciente durante um internato. Quem não gosta disso pode optar por seguir uma área que evite estas coisas, mas durante a faculdade é preciso aprender e passar por tudo.
10. Nunca se pode perder o lado humano da Medicina
O médico não pode se esquecer da missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas, que por trás de todo o estudo científico há seres humanos. E o profissional precisa estar preparado para lidar com tudo: com a dor, a fragilidade, a morte.
Fonte: guiadoestudante.abril.com
Acessado em: 03/11/14

domingo, 21 de setembro de 2014

Médico salva a vida de um bebê


         Olá, hoje vi uma notícia sobre um médico que salvou a vida de um bebê de apenas 1 mês, e gostaria de compartilhar com vocês.Segue a notícia:


         Quando tinha apenas 1 mês de vida, Jake Willett foi internado às pressas em um hospital da região de Kent, na Inglaterra, com uma infecção no intestino. Após examinarem o bebê, os médicos do local notaram que seu intestino delgado havia estourado e disseram que ele só teria chances de continuar vivo se fosse transferido para um hospital especializado de Londres – o que não seria possível fazer naquela situação.
         Jodi Baker e Brian Willett, os pais de Jake, ficaram desesperados com a notícia. Um médico que atendia outras crianças no mesmo hospital, porém, percebeu a angústia do casal e se ofereceu para ajudar. “Ele disse que poderia tentar uma coisa com meu filho que iria salvar sua vida ou acabar de vez com tudo. E disse que nunca tinha feito nada parecido”, disse Brian ao Daily Mail. 
         Eles não tiveram tempo para hesitar e aceitaram a proposta. O médico, então, foi até a incubadora do bebê e fez pequenos cortes em sua barriga usando um bisturi. Para drenar a infecção, colocou luvas descartáveis nas incisões e conseguiu mantê-las abertas.
        O procedimento improvisado – feito por um médico que ainda não foi identificado – controlou a infecção e possibilitou a transferência do menino. Em Londres, ele passou por uma cirurgia de seis horas.
         Hoje, com 1 ano e meio, Jake já está totalmente recuperado e volta ao hospital eventualmente apenas para exames de rotina. “Eu não sabia o que pensar quando fui até a incubadora no momento da cirurgia e vi duas luvas de plástico saindo da barriga do meu filho. Fiquei impressionada quando vi que tinha funcionada. Sou muito grata a esse médico. Jake é um milagre”, afirmou Jodi.


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI328704-17729,00.html
Acessado em: 21/09/14